domingo, 30 de outubro de 2011

E eu ando meio assim, sei lá. Confusa, apagando tudo o que me faz mal, excluindo tudo o que me machuca. Olhando com olhos diferentes, pessoas que me atingem. E seguindo um caminho certo, não traçado ainda por ninguém, pra não chegar aonde já chegaram. Caminhos diferentes, que me levem aonde eu quiser, aonde eu preferir, achar melhor. Eu quero subir no palco, e mostrar pra todos eles, todos esses. Que tudo aquilo que eles pensaram que eu não faria ou não conseguiria, é apenas um motivo pra eu tentar ir mais além.
Priscilla Martins.


Sempre. Sua.

Você sabe que não vai me perder de jeito algum, nunca, nunca. Vou estar sempre aqui, com você, pra o que você precisar. Quero sua felicidade antes mesmo de querer a minha. O teu sorriso, antes mesmo de procurar o meu. Te quero pra sempre do meu lado. Te quero como nunca quis ninguém, e acho que deve ser isso que me deixa assim, totalmente e inteiramente entregue a você: nas suas mãos. Vou cuidar de você, e nada poderá te machucar, quando eu ainda estiver do teu lado. E esse ainda, quer dizer sempre. Sempre pode não existir. Sempre, pode sempre acabar. Mas agente vai ter um pra sempre. E se a a palavra ''sempre'', não existir mesmo, agente cria um eterno. Agente cria um ''até depois da morte''. Te amo, te amo mesmo. Você é meu, muito meu, assim como eu sou tua.

Priscilla Martins.


Crescer.

E um dia, você vai rir de tudo aquilo que você acha sério hoje. Vai rir de todas as coisas que você ja fez, de todas as vezes que você ja chorou, de todas as suas palavras sem sentido e brincadeiras infantis. Um dia você vai crescer e amadurecer, e ver que nada disso que você vê e pensa hoje, é realmente verdade.

Priscilla Martins.