quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Amanhã, talvez.

Se eu soubesse do amanhã, ia passar a acreditar que ficar aqui, no meio dessas árvores e observar o pôr do sol, me ajudaria a encontrá-lo. Apostaria, que aquele ser tão pequenino que surge lá longe, lá no horizonte, é ele, vindo em seu cavalo branco e sua roupa encantada. Iria o esperar sorrindo. No final, tudo daria certo e eu seria feliz;
Mais realmente, não sei do amanhã, do depois de amanhã e nem do daqui a um mês, e quem me dera, que tudo isso fosse realidade, a minha realidade. E enquanto isso... eu fico aqui, no meio da floresta cheia de árvores enfileradas como se fossem um exército. Espero ele. Sorrindo. E enquanto ele não vem ... bem, meu sorriso continuará vivo, e eu, o esperarei por toda a eternidade aqui, mesmo que pra ser feliz, tenha que colocar uma máscara em meu rosto.
Priscilla Martins

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